Sobre como um livro pacifista inspirou uma obra-prima do Metallica

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"Não era necessário ser fã da banda para reconhecer a qualidade artística de One, assim como  não é preciso ser fã do Led Zeppelin para apreciar Stairway to heaven." - Mick Wall
Olha eu aparecendo do nada outra vez! Acho que vou mudar meu nome no blog pra Mestra dos Magos.
Venho hoje lhes falar sobre a palavra do Metallica, se tiverem um minutinho.



Minha história com o Metallica começou com o clipe de One. Descobri, então, que as cenas bizarras usadas no clipe eram de um filme de 1971 chamado Johnny vai à guerra (Johnny got his gun) e que o filme foi adaptado do livro pacifista homônimo (resenha aqui), publicado por Dalton Trumbo na década de 1930.
Mas o que eu não sabia até a noite de ontem, é como foi o processo de composição dessa verdadeira obra prima da banda.

Lendo Metallica - A Biografia, de Mick Wall (que é excelente, por sinal), que conta além de outras coisas o processo de gravação e os acontecimentos que cercam cada álbum, cheguei à parte da gravação do quarto álbum da banda ...And justice for all, e bons parágrafos foram reservados pra contar a história de One "o experimento musical mais ambicioso e bem-sucedido do Metallica", segundo o autor. Então vi que era hora de compartilhar o conhecimento. :p

Tudo começa com James Hetfield (frontman, vocalista e guitarrista) a fim de compor uma música sobre ser "apenas um cérebro". Cliff Burnstein então sugeriu a leitura de Johnny vai a Guerra, James baseou a letra no livro. E sério, não conheço muitas músicas que traduziram um livro tão bem quanto One. Contrariando o que vinham fazendo desde o primeiro álbum, dessa vez decidiram que ...And justice for all teria pelo menos um single marcante e um clipe (eles não tinham produzido nenhum até ali).

 Descobrindo que Trumbo havia dirigido uma versão cinematográfica do livro, ficaram mais entusiasmados com a ideia de um clipe para One. Os caras então compraram os direitos para o filme, utilizando várias cenas no clipe. E mais, utilizaram também trechos da trilha sonora do filme, como os sons de explosões, metralhadoras e até trechos de diálogos e monólogo de Johnny.

E essa, amiguinhos, é a história de como nasceu um dos clipes que mais fazem as pessoas correrem atrás da obra que o inspirou. Estatística minha. :p

[Apresentando] Transmutados #1: O Desconhecido, estreia de Vanessa Tourinho

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Transmutados #1: O Desconhecido | Vanessa Tourinho | 361 pgs | 2014 | Genérico Modo Editora
Olar, leitor!

Antes de qualquer coisa, preciso me desculpar pelo abandono do blog. Eu sou enrolada mesmo, isso é verdade, mas parei de publicar primeiro por causa do pré-vestibular (eu só tinha a opção de não pagar uma universidade, então precisava passar na UTFPr pq era onde eu queria cursar, e na UFPR por motivos de autoafirmação :p); e depois por causa da faculdade. Os trabalhos da facul se tornarão quase um trabalho integral, haha, tento viver no meu tempo livre. Mas sim, eu morro de saudade de colocar meus pitacos em algum lugar, e agradeço muito vocês não terem nos abandonado e sempre comentarem. 
Vocês são demais :´) Então, pra quebrar o hiato, venho com muito orgulho apresentar o livro de estreia da minha amiga Vanessa Tourinho. "O Desconhecido" é o primeiro livro de uma trilogia que, na verdade verdadeira, começa com o conto introdutório "Eu que tanto te amo" (minha primeira capa publicada, uhul!), que você pode ler no wattpad.

Vanessa vem nos contar a história de Luisa, uma garota brasileira, órfã, que descobre ter poderes (que trazem grandes responsabilidades, já dizia Tio Ben) como fazer um espécie de viagens astrais e ler pensamentos. Se achando uma aberração e ficando louca com as vozes dos pensamentos dos outros em sua cabeça (pera, isso soou meio trocadilho ruim, mas enfim...), ela quase atropela Antonio e acaba descobrindo que não é a única. Antonio a introduz ao universo dos Transmutados, pessoas que evoluiram geneticamente de forma natural e assim têm capacidades únicas como as de Luisa. Assim, ela é convidada a se tornar membro da família de Antonio, conhecendo outros goods como Richard, Camille e Maya.

Rest in Peace - Robin Willians

Um comentário:
 
Já faz muito tempo que não postamos por aqui. Usamos mais a fanpage do facebook, mas essa semana o cinema perdeu alguém que eu não poderia deixar de citar. 

Robin Willians, foi tão importante na vida de algumas pessoas, que me parecia um daqueles atores que a gente sempre viu em filmes. 

O primeiro filme que vi dele foi Popeye, ainda quando era bem criança. Jack, Jumanji, Sociedade dos Poetas Mortos, O Homem Bicentenário, Uma Babá Quase Perfeita, Patch Adams..., são várias obras assim que sabe, me marcaram. 

Um dos fatos dessa postagem acontecer, é que a constatação da morte foi o suicídio, devido à uma grave depressão. E talvez ainda existam muitas pessoas que subestimem essa doença que realmente, é muito séria. Esses dias outro comediante, Fausto Fanti (um cara que me fez dar muitas risadas também) do Hermes e Renato, também cometeu suicídio devido as mesmas circunstâncias, uma grande pena pros fãs e familiares.

De qualquer forma, caso conheça alguém que apresente sinais de depressão, tente não julgar, não ter preconceitos, e principalmente se você de alguma forma não se sente confortável, procure ajuda médica. 

É com imensa tristeza que hoje, escrevo esse post,sobre uma carreira tão brilhante, interrompida por uma doença tão sorrateira. 

[Fucking Breaking News] Chloë Grace Moretz sofreu bullying pelo remake de "Carrie"

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Chloë Grace Moretz sabia que precisaria lidar com o tema do bullying em "Carrie - A Estranha", remake do filme de Brian De Palma de 1976 e baseado no livro homônimo de Stephen King.
O que a jovem atriz de 16 anos não esperava era sofrer ataques semelhantes (com upgrades tecnológicos) por ter aceitado reencarnar a personagem que ficou famosa na pele de Sissy Spacek.
"As pessoas começaram a escrever no meu Facebook que eu nunca seria Carrie, que era muito pequena para a personagem e não chegava aos pés de Sissy", recorda-se. "Mas eu não quero ser Sissy Spacek. Kimberly Peirce [a diretora] não quer ser De Palma e Julianne Moore não quer ser Piper Laurie. Queremos algo novo."

[F*.B.N] Cientistas encontram vestígios de herpes e cocaína em exemplares de 50 Tons de Cinza

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Eu já tinha um baita receio de pegar livros como "50 Tons" na biblioteca, rs, depois dessa notícia então! Ó lá:
Bacteriologistas e toxicologistas de Antwerp – uma vila de Ohio (EUA) – encontraram surpresinhas desagradáveis ao examinar livros de uma biblioteca pública local.


Lembra do sucesso de “50 Tons de Cinza”? Então. Eles descobriram que alguns tomos do best seller estavam infectadas com herpes; outros tinham vestígios de cocaína.
De acordo com os especialistas, se alguém que manuseia os livros é submetido a um teste moderno de detecção de drogas, esta pessoa pode se dar mal! Os vestígios de cocaína podem “impregnar” seus cabelos, sangue e urina. Que tal?
Todos os livros da biblioteca de Antwerp foram examinados, e os vírus de herpes também foram encontrados em nas páginas do romance policial “Tango”, de Pieter Aspe.
A boa notícia é que os leitores podem lamber e esfregar os livros onde quiserem (risos), que a quantidade de vírus e drogas nos exemplares não são suficientes para causar alterações no organismo.
UFA. Já tava pensando em pegar livros na biblioteca com luvas e fazê-los limpar os pés antes de entrar na minha casa.
Li esta revelação na Mundo Estranho.

[F*.B.News] Continuação de O Iluminado ganha site interativo

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Já souberam que Stephen King escreveu uma continuação para o espetacular O Iluminado (The Shining), certo? Doctor Sleep, o novo livro, ainda não tem tradução brasileira, mas os apressadinhos já podem comprar o importado por aqui. A novidade é que a saga de Danny Torrance ganhou um site interativo cheio de suspense onde você pode entrar na mente perturbada do Danny. Para conhecer é só acessar o Where is Danny Torrance? e clicar em "Connect with Danny". Você pode interagir com o smartphone ou fazer tudo pela web mesmo. Vai lá!

Stupid White Men - Uma nação de idiotas, de Michael Moore

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Stupid White Men | Editora Francis | 295 páginas | Encontre-o na Biblioteca Pública do Paraná
Aeeeê, post novo! Sim, o Enem passou e a primeira fase da UFPR também, haja felicidade! Sei que deveria estar estudando pra segunda fase (caso eu passe na primeira), mas se é redação posso me dar ao luxo de vir escrever un pouco, haha.
Antes de falar do livro em si devo dizer que adoro o Michael Moore. O cara é inteligente e corajoso, e critica a política com ironia e ferocidade desde muito antes do facebook existir. Além desse livro também são dele os documentários "Tiros em Columbine" (vencedor do Oscar) e "Fahrenheit 11 de setembro", entre outros.

Em Stupid White Men a era Bush é o maior alvo de suas críticas. O livro foi escrito no início dos anos 2000 e enfrentou muita barra pra ser lançado após o atentado de 11 de setembro de 2001 (aposto que você lembra o que estava fazendo nesse dia). Apesar da data e de todo o contexto histórico da eleição de George W. Bush para presidente, o livro é completamente auto-suficiente não deixando nem quem era uma inocente criança brasileira na época (no caso eu) pra trás, sem entender nada. Por isso o livro é bastante fácil de ler e agradável. 

Saiba quais são os três livros preferidos do escritor Ignácio de Loyola Brandão

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1. Moby Dick, de Herman Melville


"Um clássico. Narra a luta obstinada de uma homem em busca de uma baleia branca que se tornou objeto de ódio. História de um homem obstinado, obcecado por uma vingança. Por causa da baleia, ele - um grande baleeiro - ficou sem uma perna. Um romance perfeito, que na sua época foi ignorado pela crítica."



Pegadinha no café para promover o novo "Carrie"

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Para promover a nova adaptação de Carrie, do mestre Stephen King, resolveram fazer uma pegadinha num café. Imagine que você quer encontrar conforto num cafezinho e se depara com essa cena: guria causa barraco porque derrubaram café em seu notebook. Normal, no máximo você vai querer twitar. Agora pense que a guria tá na tpm e acaba levantando o cara na parede. Descontrolada ela derruba tutô que há em volta só com telecinese. Ah, dá o play aí pra escolher entre os rostinhos do café qual seria sua reação.
Tou até vendo o Silvio Santos fazendo uma versão brasileira.
P.S.: Gentes, estou viva! Ou quase, já que vestibulando pode se enquadrar em outro estágio. Zumbi, talvez. Volto de vez em novembro, falta pouco.
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