Meus filmes favoritos (são) da década de 70

2 comentários:
Um belo dia desses em que a gente não tem nada em especial pra pensar, me dei conta de que VÁRIOS dos meus filmes favoritos são da década de 1970. O que é muito a minha cara, já que adoro psicodelia, boa música, cabelos compridos, muita ousadia e alegria. Segue então, uma lista de recomendações com meus filmes favoritos da década das Boogie Nights em ordem cronológica.


Laranja Mecânica (1971)


Provocante em todos os sentidos, a obra de Kubrick, adaptada do livro de Anthony Burgess é de longe um dos meus filmes favoritos. Ao estrear causou polêmica por toda a "ultra-violência", fazendo Stanley Kubrick se exilar e pedir que o filme não fosse mais aos cinemas enquanto ele tivesse vida. Jovens infratores colocavam a culpa no filme, dizendo que era má influência (muitos concordaram). Mas o caso é que parece que poucos entenderam o filme na época em que foi lançado. Infelizmente, acho que, apesar de hoje ser um clássico cult, se fosse lançado atualmente Laranja Mecânica e seu diretor seriam tão duramente criticados quanto há 40 anos atrás.

Trailer



Pink Floyd: Live at Pompeii (1972)

Quatro malucos de uma banda progressiva chamada Pink Floyd resolvem fazer um filme. Calma, ainda não é a obra-prima "The Wall". A ideia brilhante é ir para a Pompéia (sabe, aquela cidade devastada pelo vulcão Vesúvio?) e tocar em um grande anfiteatro no meio do nada. O filme alterna imagens de vulcões, mosaicos incríveis e arte local, cenas em estilo documentário, filmagens das gravações de "Dark Side of the Moon" e os músicos em sua melhor forma tocando sem camisa, ufa! Maravilhoso, começando com os sons de respiração e batimentos cardíacos lentos e passando por solos destruídores de David Gilmour, apesar de tanta informação é um dos meus filmes favoritos pra relaxar.

Trailer:


(Não encontrei trailer, mas fiquem com essa música maravilhosa, trecho do filme e que passa a brisa que é assistir ao Pink Floyd tocando em Pompéia. Se não tiver paciência, vai pulando os pedacinhos.)

Planeta Fantástico (1973)

Um planeta "fantástico" (coloque aqui sua definição para a palavra) em que seres humanos são formiguinhas ao lado de ets azuis, os oms, muito maiores e civilizados. Muito menores e fracos, os homens são "selvagens" e são tratados como tal, além de serem utilizados como animais de estimação e até detetizados. Porém, como nossos ancestrais, os humanos desse planeta têm seus rituais, armas e meios de comunicação próprios. Juntos são fracos, mas unidos talvez possam provar seu valor e se libertar do desprezo dos oms. Lembrou de "O Planeta dos Macacos"?

Trailer:



The Rocky Horror Picture Show (1975)


Quem leu "As Vantagens de ser Invisível" conhece esse. Musical cheio de ousadia e alegria, um toque de filme de horror B e muito charme. Tim Curry é o doutor Frank, completamente andrógino. Um desafortunado (dependendo do ponto de vista) casal se depara à noite com a residência de dr. Frank, resolve passar uma noite (aquela velha história Scooby-Doo) e todas as bizarrices que ela traz. Incríveeeel!!

Trailer:


Hair
(1979)


Mais um musical (amo musicais, deu pra perceber?, é o terceiro da lista) incrível. Subversivo, ousado e tocador-de-feridas são alguns "adjetivos" que me vêm à cabeça quando penso em "Hair". O filme é ambientado na década de 60, entre hippies, conservadores e soldados. Tratando de assuntos delicados e pesados como a guerra do Vietnã, racismo e tabus como sexo e sexualidade, além de claro, ser uma ode aos longos cabelos sem restrição de gênero ("Hallellujah, I adore it"). Essa micro resenha não faz jus ao filme, mas se tiver por acaso passando na tv à cabo, pare e assista. Não dá pra se arrepender!

Trailer ("Trailer" alternativo):  

E aí? Já assistiu a algum desses filmes? Curte musical ou nem? Têm indicações de filmes da época ou semelhantes? Vou adorar saber, compartilhe o conhecimento e deixe nos comentários! 


Vídeo: "Clube da Luta" para crianças (lido pelo próprio autor)

Nenhum comentário:

O site Mashable convidou Chuck Palahniuk pra performatizar uma leitura de seu livro mais famoso "Clube da Luta". Afinal de contas, como diz o site, compartilhar o amor pela literatura com seus filhos é um passo essencial para incentivar o gosto pelo aprendizado das crianças. O problema, é que há livros incríveis (como Clube da Luta) que não são exatamente adequados para crianças.
Por isso o site chamou Chuck para ler Fight Club 4 kids uma versão "mais adequada" para crianças de seu livro.

"Agora você pode compartilhar seus momentos favoritos de Clube da Luta com seus filhos sem medo de assustá-los. Genial!", diz o site.

O negócio é que Chuck acaba se empolgando e o que era pra ser kid-friendly (adequado pra crianças)
acaba não sendo tanto assim, mas que ficou muito divertido, ah, isso ficou

Assista o vídeo infelizmente sem legendas, mas não muito difícil de entender. Afinal, é um livro pra crianças... (muitas reticências...)



Que fofo!


"Os demônios de Loudun" de Aldous Huxley

Nenhum comentário:

Os demônios de Loudun (1952)
Aldous Huxley
400 páginas
Biblioteca Azul
★ ★ ★ ★  
Devo começar pedindo perdão pelo vacilo, por ter deixado o blog de lado durante o primeiro ano da faculdade. Estamos voltando aos poucos. E obrigada pelos likes apesar de tudo! :)

Em Os demônios de Loudun, o mesmo autor de Admirável Mundo Novo, revisita a França do século XVII e o caso da possessão demoníaca das freiras de Loudun. Pela breve sinopse parece um romance de horror, algo como O Exorcista, mas Loudun é mais como um estudo, uma investigação do caso. A partir de documentos, cartas e outros escritos da época sobre o assunto,  Huxley reconstrói o caso, que resultou no padre Urbain Grandier acusado de pacto com o diabo (pelo qual teria ocorrido a possessão das freiras) torturado e condenado à fogueira por bruxaria.

Ao contrário do que talvez possa parecer, a leitura não é chata (pelo menos não em 95% do livro). O leitor não se sente perdido porque Huxley divide a história das freirinhas em partes romanceadas, e antes de introduzir fatos novos situa o leitor no contexto da época. Além de trazer a filosofia e psicologia pra conversa, sempre mostrando os aspectos humanos da coisa toda.
pacto2
Urbain Grandier, executado por bruxaria

Por falar em "aspectos humanos", essa é a melhor parte. Possessões demoníacas e exorcismos não só estão em filmes toscos de terror, como muitos acreditam nisso ainda hoje. Tantas são as religiões que pregam isso como verdade que muitas vezes não questionamos esses casos. Em Loudun Huxley disseca todo o caso da possessão das freiras, onde tudo começou, suas origens, o cenário político (e religioso que na época dava quase no mesmo) e social da época e fica claro que, ao contrário do que você pode encontrar em sites bizarros, nada houve de sobrenatural. Os demônios que atormentaram as irmãs, assim como elas, eram bastante humanos. A condenação do padre Grandier foi conveniente aos poderosos e a ignorância, os impedimentos da vida religiosa e a crueldade foram alguns dos verdadeiros demônios.

Acho que o parágrafo acima não pode ser considerado spoiler até porque são fatos reais. E assim como nos livros do Stephen King, em Os demônios de Loudun o importante não é o desfecho, mas a jornada até lá. E essa é incrível, garanto. Além de tudo, o apêndice que fala bastante sobre delírios de massa é um caso à parte, vem bem a calhar em épocas de manifestações sem rumo.

O interessante também é pensar nas supostas possessões que acontecem hoje em diversas igrejas. Como é possível que séculos depois nós continuemos caindo nos mesmos truques? Por que muitos de nós não questionamos as motivações e conveniências dessas possessões? Acho que as respostas são as mesmas de séculos atrás e temo que isso não mude nas próximas centenas de anos.

"A religião é o ópio do povo."
- Karl Marx

Sou leiga em filosofia, antropologia e todas essas 'ias, e fico até com vergonha de comentar um livro desses, medo de falar bobagem. Mas, além de não escrever no blog há muito tempo, esse eu não podia deixar passar. Recomendo muito a leitura e a reflexão.

P.S.: Agora, que maravilhosidade é essa das capas novas dos livros do Huxley, hein? Wow. Li uma edição antiga da Biblioteca Pública, com uma capa substituta e com o nome do autor errado, mas tinha que falar sobre as capas novas, haha.

[Lista] 12 livros para 2015

Um comentário:



Já estamos no quarto mês do ano, mas, como dizia o velho deitado, antes tarde do que mais tarde né?
Posts como esse já pipocaram em centenas de blogs, então não é novidade. Porém no ano passado não planejei minhas leituras e senti falta, então vou tentar me guiar por essa lista e ler um por mês pelo menos.

2061 - Uma odisseia no espaço III, de Arthur C. Clarke

Já li o 2001 (e ainda quero ler de novo na edição nova da Aleph), já li o 2010 e tenho as sequências 2061 e 3001 - a odisseia final, porém tenho algum tipo de bloqueio com séries (!) sejam elas em livros ou de TV. Até hoje a única saga literária que terminei foi Jogos Vorazes, e da TV apenas séries e animes bem curtos. Adoro sci-fi e 2001 é um grande livro, espero conseguir pelo menos ler mais um livro da saga esse ano.

                                     
Ficções, de Jorge Luis Borges

Borges é clássico, eu li zero livros dele e ganhei esse de aniversário no ano passado. Motivos suficientes.

Skagboys, de Irvine Welsh

Skagboys é do mesmo autor de Trainspotting e é ambientado nos anos 80, contando como era a vida de Mark Renton e seus parça uma década antes de Trainspotting. Foi o último livro que eu comprei (já faz quase um ano que não compro livros, tá fácil pra ninguém), já comecei a ler uma ou duas vezes e esse ano pretendo terminar a leitura. Até porque há um terceiro livro sobre essa turminha do barulho, o Pornô.

     
Paciente 67, de Denis Lehane

Paciente 67, foi posteriormente publicado sob o nome Ilha do Medo, sim, aquele filme com o Leo DiCaprio. Há alguns anos assisti ao filme e achei o máximo. Tempos depois li Sobre Meninos e Lobos de Dennis Lehane e quando descobri que Ilha do Medo fora baseado em um livro do mesmo autor, entrou automaticamente pra lista de leitura. Continua lá até hoje.

Madame Bovary, de Gustave Flaubert

Mais um clássico que ainda não li. Este acabou entrando pra lista quando ouvi na rua duas garotas comentando sobre os livros que leram no ano passado e uma delas o citou. Sei algo sobre a história? Não. Também não vou procurar a sinopse, porque existem milhares de clássicos de que você sempre ouve falar, mas não sabe do que se trata realmente. São títulos que entram na cabeça como velhos conhecidos de que você não sabe nada. Quando isso acontece, gosto de mergulhar de cabeça sem saber o que há por vir.

 

Pesadelos e paisagens noturnas, de Stephen King

Pesadelos e paisagens noturnas são contos de King dividido em dois volumes. Essa foi uma das séries curtas que consegui terminar. Ou pelo menos uma temporada, nem sei, na época conhecia menos de séries do que conheço hoje. Sou louca pelo episódio em que os protagonistas se perdem e encontram roqueiros mortos. Encontrei o segundo volume na biblioteca pública e trouxe pra casa só pra descobrir que o conto que queria está no primeiro livro. Voltemos à caça! 

                           

O homem duplicado, de José Saramago

 Já comecei o livro uma vez e não terminei. Recentemente o livro foi adaptado para o cinema, ainda não assisti ao filme dando a desculpa de que quero ler o livro inteiro antes. Outra boa desculpa é que Saramago é sempre uma boa opção.

Os homens que não amavam as mulheres - Millennium I, de Stieg Larsson

Ao lado de Cem anos de solidão, esse é mais um livro que eu infernizei pra ganhar de aniversário e ainda não li. Mas fiquei surtada com o filme e não tenho razões pra pensar que não vou curtir o livro. Só falta tirar da estante e ler.

A paixão segundo G.H., de Clarice Lispector

Ok, essa deveria ser a lista de livros que eu comecei a ler em algum momento da vida e pretendo terminar em 2015. Comecei a ler esse livro adolescentinha e não aguentei a pressão. Percorrendo as prateleiras da biblioteca sempre bate a vontade de levar ele pra casa e ler inteirinho. Em 2015 esse momento vai chegar, eu espero.

Grande Irmão, de Lionel Shriver

Mais um que eu já comecei a ler e pretendo terminar. É da autora de Precisamos falar sobre Kevin, só isso já me fez comprar vários livros dela. Mentira, só tenho três títulos.

 

Pornopopeia, de Reinaldo Moraes

Esse é inédito na minha pilha de leituras, hein!

O ateneu, de Raul Pompeia

We don't need no education... Sim, definitivamente essa deveria ser a lista de livros que eu pretendo terminar. Esse eu comprei nessas lojinhas de R$1,99, sabe? Tava adorando o livro quando meu exemplar começou a se desintegrar na minha mão. Sério, páginas começaram a se soltar e eu decidir dar um descanso pro moribundo.

Só fazendo essa lista é que eu percebi quanta coisa deixei de fora! D:
Mas se eu conseguir ler esses já vai ser lucro, já que vários estão na lista há muito tempo e muitos eu já comecei e não terminei. E aí, já leram esses livros? Aceito sugestões, haha.

Sobre como um livro pacifista inspirou uma obra-prima do Metallica

Nenhum comentário:

"Não era necessário ser fã da banda para reconhecer a qualidade artística de One, assim como  não é preciso ser fã do Led Zeppelin para apreciar Stairway to heaven." - Mick Wall
Olha eu aparecendo do nada outra vez! Acho que vou mudar meu nome no blog pra Mestra dos Magos.
Venho hoje lhes falar sobre a palavra do Metallica, se tiverem um minutinho.



Minha história com o Metallica começou com o clipe de One. Descobri, então, que as cenas bizarras usadas no clipe eram de um filme de 1971 chamado Johnny vai à guerra (Johnny got his gun) e que o filme foi adaptado do livro pacifista homônimo (resenha aqui), publicado por Dalton Trumbo na década de 1930.
Mas o que eu não sabia até a noite de ontem, é como foi o processo de composição dessa verdadeira obra prima da banda.

Lendo Metallica - A Biografia, de Mick Wall (que é excelente, por sinal), que conta além de outras coisas o processo de gravação e os acontecimentos que cercam cada álbum, cheguei à parte da gravação do quarto álbum da banda ...And justice for all, e bons parágrafos foram reservados pra contar a história de One "o experimento musical mais ambicioso e bem-sucedido do Metallica", segundo o autor. Então vi que era hora de compartilhar o conhecimento. :p

Tudo começa com James Hetfield (frontman, vocalista e guitarrista) a fim de compor uma música sobre ser "apenas um cérebro". Cliff Burnstein então sugeriu a leitura de Johnny vai a Guerra, James baseou a letra no livro. E sério, não conheço muitas músicas que traduziram um livro tão bem quanto One. Contrariando o que vinham fazendo desde o primeiro álbum, dessa vez decidiram que ...And justice for all teria pelo menos um single marcante e um clipe (eles não tinham produzido nenhum até ali).

 Descobrindo que Trumbo havia dirigido uma versão cinematográfica do livro, ficaram mais entusiasmados com a ideia de um clipe para One. Os caras então compraram os direitos para o filme, utilizando várias cenas no clipe. E mais, utilizaram também trechos da trilha sonora do filme, como os sons de explosões, metralhadoras e até trechos de diálogos e monólogo de Johnny.

E essa, amiguinhos, é a história de como nasceu um dos clipes que mais fazem as pessoas correrem atrás da obra que o inspirou. Estatística minha. :p

[Apresentando] Transmutados #1: O Desconhecido, estreia de Vanessa Tourinho

2 comentários:
Transmutados #1: O Desconhecido | Vanessa Tourinho | 361 pgs | 2014 | Genérico Modo Editora
Olar, leitor!

Antes de qualquer coisa, preciso me desculpar pelo abandono do blog. Eu sou enrolada mesmo, isso é verdade, mas parei de publicar primeiro por causa do pré-vestibular (eu só tinha a opção de não pagar uma universidade, então precisava passar na UTFPr pq era onde eu queria cursar, e na UFPR por motivos de autoafirmação :p); e depois por causa da faculdade. Os trabalhos da facul se tornarão quase um trabalho integral, haha, tento viver no meu tempo livre. Mas sim, eu morro de saudade de colocar meus pitacos em algum lugar, e agradeço muito vocês não terem nos abandonado e sempre comentarem. 
Vocês são demais :´) Então, pra quebrar o hiato, venho com muito orgulho apresentar o livro de estreia da minha amiga Vanessa Tourinho. "O Desconhecido" é o primeiro livro de uma trilogia que, na verdade verdadeira, começa com o conto introdutório "Eu que tanto te amo" (minha primeira capa publicada, uhul!), que você pode ler no wattpad.

Vanessa vem nos contar a história de Luisa, uma garota brasileira, órfã, que descobre ter poderes (que trazem grandes responsabilidades, já dizia Tio Ben) como fazer um espécie de viagens astrais e ler pensamentos. Se achando uma aberração e ficando louca com as vozes dos pensamentos dos outros em sua cabeça (pera, isso soou meio trocadilho ruim, mas enfim...), ela quase atropela Antonio e acaba descobrindo que não é a única. Antonio a introduz ao universo dos Transmutados, pessoas que evoluiram geneticamente de forma natural e assim têm capacidades únicas como as de Luisa. Assim, ela é convidada a se tornar membro da família de Antonio, conhecendo outros goods como Richard, Camille e Maya.

[Fucking Breaking News] Chloë Grace Moretz sofreu bullying pelo remake de "Carrie"

3 comentários:


Chloë Grace Moretz sabia que precisaria lidar com o tema do bullying em "Carrie - A Estranha", remake do filme de Brian De Palma de 1976 e baseado no livro homônimo de Stephen King.
O que a jovem atriz de 16 anos não esperava era sofrer ataques semelhantes (com upgrades tecnológicos) por ter aceitado reencarnar a personagem que ficou famosa na pele de Sissy Spacek.
"As pessoas começaram a escrever no meu Facebook que eu nunca seria Carrie, que era muito pequena para a personagem e não chegava aos pés de Sissy", recorda-se. "Mas eu não quero ser Sissy Spacek. Kimberly Peirce [a diretora] não quer ser De Palma e Julianne Moore não quer ser Piper Laurie. Queremos algo novo."

[F*.B.N] Cientistas encontram vestígios de herpes e cocaína em exemplares de 50 Tons de Cinza

2 comentários:


Eu já tinha um baita receio de pegar livros como "50 Tons" na biblioteca, rs, depois dessa notícia então! Ó lá:
Bacteriologistas e toxicologistas de Antwerp – uma vila de Ohio (EUA) – encontraram surpresinhas desagradáveis ao examinar livros de uma biblioteca pública local.


Lembra do sucesso de “50 Tons de Cinza”? Então. Eles descobriram que alguns tomos do best seller estavam infectadas com herpes; outros tinham vestígios de cocaína.
De acordo com os especialistas, se alguém que manuseia os livros é submetido a um teste moderno de detecção de drogas, esta pessoa pode se dar mal! Os vestígios de cocaína podem “impregnar” seus cabelos, sangue e urina. Que tal?
Todos os livros da biblioteca de Antwerp foram examinados, e os vírus de herpes também foram encontrados em nas páginas do romance policial “Tango”, de Pieter Aspe.
A boa notícia é que os leitores podem lamber e esfregar os livros onde quiserem (risos), que a quantidade de vírus e drogas nos exemplares não são suficientes para causar alterações no organismo.
UFA. Já tava pensando em pegar livros na biblioteca com luvas e fazê-los limpar os pés antes de entrar na minha casa.
Li esta revelação na Mundo Estranho.

[F*.B.News] Continuação de O Iluminado ganha site interativo

Nenhum comentário:

Já souberam que Stephen King escreveu uma continuação para o espetacular O Iluminado (The Shining), certo? Doctor Sleep, o novo livro, ainda não tem tradução brasileira, mas os apressadinhos já podem comprar o importado por aqui. A novidade é que a saga de Danny Torrance ganhou um site interativo cheio de suspense onde você pode entrar na mente perturbada do Danny. Para conhecer é só acessar o Where is Danny Torrance? e clicar em "Connect with Danny". Você pode interagir com o smartphone ou fazer tudo pela web mesmo. Vai lá!

Stupid White Men - Uma nação de idiotas, de Michael Moore

Nenhum comentário:


Stupid White Men | Editora Francis | 295 páginas | Encontre-o na Biblioteca Pública do Paraná


Aeeeê, post novo!

Sim, o Enem passou e a primeira fase da UFPR também, haja felicidade! Sei que deveria estar estudando pra segunda fase (caso eu passe na primeira), mas se é redação posso me dar ao luxo de vir escrever un pouco, haha.

Antes de falar do livro em si devo dizer que adoro o Michael Moore. O cara é inteligente e corajoso, e critica a política com ironia e ferocidade desde muito antes do facebook existir. Além desse livro também são dele os documentários "Tiros em Columbine" (vencedor do Oscar) e "Fahrenheit 11 de setembro", entre outros.

Em Stupid White Men a era Bush é o maior alvo de suas críticas. O livro foi escrito no início dos anos 2000 e enfrentou muita barra pra ser lançado após o atentado de 11 de setembro de 2001 (aposto que você lembra o que estava fazendo nesse dia). Apesar da data e de todo o contexto histórico da eleição de George W. Bush para presidente, o livro é completamente auto-suficiente não deixando nem quem era uma inocente criança brasileira na época (no caso eu) pra trás, sem entender nada. Por isso o livro é bastante fácil de ler e agradável. 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...